Segundo os bombeiros, o afogamento ocorreu na Lagoa da Sementeira, que tem acesso pela Rua Paraíba. Segundo policiais militares, ele voltava da Escola Municipal Monsenhor Fabrício com outros quatro amigos e os adolescentes teriam resolvido tomar banho. Luan ficou preso no fundo do açude e não conseguiu voltar do mergulho.
O pai reconheceu o corpo do filho. "Ele era evangélico. Só ia para o colégio, casa, igreja. Por acaso, o menino aparece desse jeito aí. Não entendo porque ele aparece aí. É um menino quieto, na dele, não é esses meninos que vivem passeando”, disse José Rinaldo Alves da Silva.
Um morador escutou o grito dos adolescentes. “Quando eles gritaram, acho que ele já tinha ficado lá no fundo. Porque ficaram esperando e gritando, ‘cadê ele? cadê ele’. Foi o que me chamou atenção”, afirmou o radialista aposentado Manoel Antônio.
Fonte G1


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