ONU e grupos de direitos humanos condenaram as mortes, as primeiras execuções judiciais do país em mais de 30 anos
A junta militar de Mianmar executou quatro ativistas pró-democracia por acusações de terrorismo, informou a mídia estatal nesta segunda-feira (25), após um julgamento condenado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e por grupos de direitos humanos.
O ativista veterano Kyaw Min Yu, mais conhecido como Ko Jimmy, e o ex-legislador da Liga Nacional para a Democracia Phyo Zayar Thaw foram executados, juntamente com Hla Myo Aung e Aung Thura Zaw, informou o Global New Light of Myanmar, sem precisar a data.
Suas mortes marcam as primeiras execuções judiciais no país em décadas, e grupos de direitos humanos temem que mais aconteçam. De acordo com a Human Rights Watch, 114 pessoas foram condenadas à morte em Mianmar desde que os militares tomaram o poder em um golpe em fevereiro de 2021.

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